SEPUB Homenageia Servidoras pelo Dia das Mães

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O Dia das Mães, conseguiu transcender o simples registro comercial. Hoje, pode ser considerada uma data símbolo para a luta de todas as mulheres brasileiras. Neste aspecto, a diretoria do SEPUB considera justo e oportuno prestar a sua homenagem a figura feminina materna que encontra também sua força de existir na luta de cada uma das colegas servidoras. E é neste sentido que a diretoria do sindicato busca expressar o seu respeito por todas as colegas servidoras que são também mães.
Nas últimas décadas o Brasil finalmente reconheceu que a mulher se desdobra em duplas e, em alguns casos, até triplas jornadas de trabalho. O senso comum passou a considerar a atividade feminina no cenário privado das residências como um trabalho real e  de vital importância para a sociedade. Pois são as mães que assumem, na quase totalidade dos casos, o cuidado integral com os filhos.  São elas que ajudam a formar os cidadãos do futuro, e cabe afirmar...os trabalhadores.
Em 2017, graças ao governo ilegítimo e golpista de Michel Temer e seus asseclas, não há muito a comemorar. Na verdade, e seguindo o exemplo do imbatível espírito de luta feminino, a classe trabalhadora continua a se empenhar contra a aprovação do receituário de reformas cujo prejuízo social o Brasil vai pagar por muitas décadas.
No atual cenário, vale destacar a atuação, o apoio e a força de todas as mulheres que participam com sua garra e inteligência da luta do movimento sindical. A cada uma delas todo o respeito e todos os aplausos!   

    A História Oficial

Apesar de Getúlio Vargas só ter oficializado o dia das mães como um feriado no segundo domingo de maio em 1932, pode-se dizer que o processo para o estabelecimento da data começou em 1850 nos EUA, quando uma mulher chamada  Ann Reeves Jarvis fundou clubes de trabalho que funcionavam nos chamados “Dia das mães”. A ideia era que as mulheres trabalhassem para melhorar condições sanitárias e diminuíssem a mortalidade infantil. Os mesmos grupos também cuidaram de soldados feridos da Guerra Civil.

Nos anos seguintes, Jarvis passou a organizar pequeniques naquele que se convencionou chamar como “Dias das Mães” para encorajar mais mulheres a participarem da política e promover a paz. Mas foi sua filha, Anna Jarvis, que estabeleceu a data como ela é hoje.

Anna nunca teve filhos, mas a morte de sua mãe, em 1905, a inspirou a organizar “Dias das Mães” em homenagem a elas. O Dia das Mães deveria ser uma data na qual filhos devem visitiar suas mães e passar o dia com elas, agradecendo pelos esforços que elas fizeram em sua criação. Mas, apesar de algumas cidades adotarem o feriado no segundo domingo de maio, logo os esforços de Jarvis acabaram pendendo para o lado comercial da data, através dos presentes - coisa que Anna considerou uma grande falha.

Quando lojas começaram a encorajar a compra de flores e cartões e Anna percebeu seus propósitos capitalistas, ela passou a organizar boicotes e protestos - tudo para devolver à data o seu propósito original. Em 1923, ela e seus seguidores invadiram uma confecção na Filadélfia. Ela continuou protestando até 1940 - e em 1948, morreu em um sanatório.